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Simpósio debate priorização da segurança do paciente com garantia de resultados em instituições de saúde

10 Apr 2018

Novas fronteiras da gestão de centro cirúrgico e da gestão de anestesiologia serão debatidas em evento de educação continuada, em 11 e 12 de maio, no Paraná. Workshop em centro cirúrgico trará técnicas anestésicas inovadoras e sustentáveis.

 

Priorizar a segurança do paciente, garantindo os resultados financeiros das organizações de saúde é o desafio da gestão de centro cirúrgico a ser abordada no 8º AnestEdu – Encontro de Educação Continuada WMC Anestesia, nos dias 11 e 12 de maio, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Especialistas em gestão hospitalar, cirurgia e anestesiologia de São Paulo, Paraná e Santa Catarina irão debater avaliação por performance, inteligência artificial cognitiva e tecnologias disruptivas em saúde, governança corporativa de olho na sustentabilidade financeira do centro cirúrgico e outros temas.

Serão dois eventos: um simpósio e um workshop em centro cirúrgico. O simpósio é dirigido a médicos anestesistas, cirurgiões, gestores hospitalares e outros profissionais, e o workshop é exclusivo a médicos anestesistas. Anestesistas inscritos no workshop têm participação garantida no simpósio.

“Nosso objetivo é que todos lancemos um olhar global à gestão do centro cirúrgico, na busca de resultados para todos do sistema de saúde: pacientes, médicos, operadoras, instituições”, afirma o médico anestesiologista Dr. Wanderson Carvalho, diretor e fundador da WMC Anestesia, promotora do 8º AnestEdu.

O evento reunirá palestrantes como o presidente da Sociedade de Anestesiologia do Estado de Santa Catarina, Dr. Giorgio Pretto; o diretor associado da Unidade Cirúrgica de Qualidade e Segurança do InCor, Dr. Omar Mejía; o cirurgião e diretor técnico e médico do Hospital TotalCor na Amil e da Total Care, Dr. Valter Furlan, e o coordenador da Residência Médica em Anestesia e do Serviço de Anestesia da Sociedade Beneficente de Senhoras do Hospital Sírio Libanês, Dr. Enis Donizetti.

 

 

Protagonismo do anestesista

Técnicas anestésicas opioid free e opioid light, práticas do protocolo Acerto (Eras), tecnologias e equipamentos (aplicativos, monitorização) e técnicas para cirurgias com restrição de transfusão sanguínea são alguns dos assuntos a serem tratados no Workshop de Inovação e Gestão em Anestesiologia para Centro Cirúrgico, que fará parte do 8º AnestEdu.

Para o Dr. Wanderson Carvalho, os médicos anestesistas precisam assumir seu protagonismo e empreendedorismo, atualizar-se e fortalecer-se perante os desafios de segurança, tecnológicos e econômicos que se impõe, para não perder o bonde da inovação e da quarta revolução industrial. “Precisamos saber o que as instituições e os gestores esperam de nós e, principalmente, saber como prestar um serviço cada vez mais seguro para nossos pacientes”, afirma. “Os serviços de anestesiologia precisam oferecer muito mais do que excelentes técnicas anestésicas, mas soluções e resultados para problemas complexos que as instituições e a saúde enfrentam hoje e vão enfrentar ainda mais.”

Já para o cirurgião Dr. Omar Mejía, diretor associado da Unidade Cirúrgica de Qualidade e Segurança do InCor, palestrante do 8º AnestEdu, anestesiologistas e cirurgiões, em geral, ainda não estão totalmente preparados para governança corporativa em hospitais de médio e grande porte: “Na grande maioria, somos técnicos. É uma grande lacuna, porque é na parte assistencial que nascem propostas para a governança corporativa. Todos precisam trabalhar em um plano horizontal, incluindo os gestores, para que todos aprendamos mais e melhor”.

O Dr. Mejía acredita que a avaliação de desempenho do corpo clínico na acreditação hospitalar seria fundamental, principalmente focando aderência a protocolos, desfechos baseados em valor, treinamento de habilidades não técnicas e, principalmente, certificação.

Outro palestrante do evento, o médico anestesista Dr. Diogenes Silva, CEO e fundador da Anestech Innovation Rising, startup investida pelo Hospital Albert Einstein e incubada no MIDITEC (incubadora mantida pelo Sebrae/SC e gerida pela Associação Catarinense de Tecnologia – ACATE), acredita que é possível e necessário priorizar a segurança e a qualidade do paciente, preservando os resultados financeiros para organizações de saúde. “O financiamento da saúde por volume de serviço – pay for service (pagamento por serviço) – está condenado e torna o ecossistema insustentável. É justamente a melhoria da qualidade da atenção e, consequentemente, da segurança do paciente, que viabilizará a adequação ao pay for performance (pagamento por performance), uma tendência indiscutível no financiamento da saúde.”

 

Para inscrições e mais informações sobre o 8º AnestEdu:
WMC Anestesia - anestedu.com.br
(41) 3556-0936 / 99152-3713
contato@wmc.med.br

 

Leia também: Informações – Provas Oficiais SBA 2018. 

 

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