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Valorização da vida através do conhecimento

Conheça a história da jovem anestesista carioca Dra. Juliana Laís Carneiro, e saiba como a educação continuada tem ajudado a reconhecer novos potenciais, vencer inseguranças e abrir novas portas

 

Quando a Dra. Juliana Laís Carneiro, médica anestesiologista, a caminho da prova oral para o Título Superior em Anestesiologia (TSA), decidiu, há três anos, que queria passar na prova para o Título de Especialista em Anestesiologia (TEA), e não imaginava que continuar estudando a levaria ao amadurecimento pessoal e profissional, além de reconhecer novos potenciais em si mesma e até a se sentir mais segura, oferecendo mais segurança a seus pacientes. “Hoje sei que sou uma melhor anestesista, planejo melhor e realizo uma anestesia melhor e mais segura”, ela declara. “Isso não tem preço”.

 

Juliana fez faculdade na Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, a residência em Presidente Prudente, interior de São Paulo (R1 e R2), e no Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (R3). Ela conta que, no Rio de Janeiro, a maioria das residências em Anestesiologia, são credenciadas pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), mas a que ela fez, vinda do interior de São Paulo, não era. Assim, ela não tinha o título de especialista pela sociedade. “A única certeza que eu tinha era de que precisava desse título, porque queria ser igual aos colegas”, diz. Hoje, apenas querer ser igual aos colegas lhe parece uma tolice, mas ser reconhecida pelos profissionais da área é um valor importante e lhe deu força de vontade para querer estudar mais e procurar auxílio. “Eu sabia que precisava de ajuda para estudar, que precisava de um curso para me orientar e motivar”.

 

A aluna do Portal Anestesia ficou 10 meses no interior de São Paulo, mas retornou para o Rio de Janeiro em 2015, voltou para o curso e passou no TEA. “O Edu (Dr. Eduardo Piccinini, diretor científico do Portal Anestesia) acreditava mais na gente que nós mesmos”. E se lembra dos treinamentos orais até depois das 22 horas, com o anestesista motivando os alunos e sempre os lembrando de que eram capazes.

 

Naquele tempo, outras portas já se haviam aberto para a profissional, que passara em dois concursos públicos e em outras provas muito importantes para ela, conquistando a segurança de estar no caminho certo e ganhando motivação para tentar a prova escrita para o TSA. Ela decidiu obter novas conquistas: “Encarei como um investimento no futuro, era um projeto para dois a três anos até o TSA. Mas, surpreendentemente, passei no TSA escrito na primeira tentativa, em 2016, e aqui estou, indo para o TSA oral bem antes do que tinha imaginado”, comemora.

 

Para a Dra. Juliana, o TSA é importante também porque alguns hospitais só oferecem vagas para quem tem esse título, mas o caminho para obtê-lo tem trazido a oportunidade de trilhar novos caminhos, e não apenas em novas oportunidades de emprego. “Esses quatro anos de curso me ajudaram a consolidar o conhecimento que já tinha, a aprender muito mesmo com as aulas e apostilas”.

 

 

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