Dr. Carlos de A a D:

da Anestesia ao Desenho

Autor: Equipe Portal Anestesia

Dr. Carlos Eduardo Martins, o famoso Caê do @CrônicasDeAnestesia, médico anestesiologista e professor do Portal Anestesia, nos conta um pouco sobre sua profissão, seu hobby e sua família. 

 

Confira:

  • Por que e quando você resolveu ser Anestesista? 

Decidi ser anestesiologista no final da faculdade de Medicina. Na época eu estava com muita dúvida sobre qual especialidade escolher. Até então eu pensava em fazer cardiologia, mas já não estava tão certo disso. Belo dia, passando no estágio da obstetrícia eu pude acompanhar um trabalho de parto com analgesia. A anestesiologista me explicou o que estava fazendo e que a paciente não iria sentir dor, mas poderia se movimentar normalmente. Achei aquilo fantástico e passei a prestar mais atenção e acompanhar a anestesiologia toda vez que eu tinha uma folga nas minhas atividades do internato. Acabei me apaixonando e decidindo fazer anestesiologia.

  • Por que você começou a desenhar?

 

Eu comecei a desenhar muito cedo. Desde a infância eu sempre gostei e sempre tentava melhorar um pouco. Nunca fiz curso de desenho. Foi algo que eu desenvolvi naturalmente. Desenhava personagens de revista em quadrinhos (super-heróis) e quase tudo que aparecia na frente (personagens de filmes, desenhos da tv, outras pessoas). Isso acabou desembocando em uns desenhos que eu fiz no final da graduação que eu chamava de “Vida de Doutorando”, fazendo humor com o dia-dia dos doutorandos (internos) no hospital escola. Era um sucesso e o pessoal adorava.

  • Como surgiu o Crônicas de Anestesia?

 

O Crônicas de Anestesia surgiu durante a residência médica. Foi quase uma extensão do “Vida de Doutorando”, também tentando fazer humor com as situações cotidianas vividas pelos residentes durante o treinamento. Da mesma forma que o “Vida, o “Crônicas” fazia muito sucesso entre o pessoal do hospital e sempre tinha alguém pedindo um desenho ou contando alguma situação para virar Crônica.

  • Conte um pouquinho sobre sua experiência como pai. Ser pai mudou algo em você?

 

Ser pai é a coisa que eu mais amo no mundo. Tenho dois meninos, o mais velho tem nove anos (Bernardo) e o mais novo acaba de completar 4 anos (Rafael). Eles são tudo para mim. Depois de ser pai acho que realmente entendi o que é o amor que não pode ser mensurado e que é infinito.

  • Como você consegue administrar seu tempo entre família, plantões, estudos e o Crônicas? 

 

Eu tento da melhor forma possível. Não é fácil. Mas eu consigo estudar, ter tempo para minha esposa e filhos, trabalhar e fazer Crônicas. Acredito que com bastante dedicação e organização tudo é possível. Parece que quanto mais responsabilidades temos, mais valorizamos o tempo e o que realmente é importante para nossa vida.

  • Como você conheceu sua esposa? E o que ela faz?

 

Conheci minha esposa no final da faculdade. Eu estava no quinto ano. Morávamos no mesmo condomínio na época. Ela é formada em design gráfico mas atualmente é empresária e dona de uma confeitaria na nossa cidade (Beecake Cupcakes). Ela é minha alma gêmea e me dá muitas ideias para o Cônicas também. 

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